quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Same old, same old...

Apesar de muita novidade, e um ano novinho rompendo a qualquer momento... tudo na mesma. Eu na mesma... ou a mesma.
Não vou falar de ano novo, de como tudo pode ser diferente no ano que vai nascer... nem que ele é só potencialidade. Nem sei do que vou falar direito.
Sei que tomei dois sais de fruta hoje, por uma coisa que não queima, dói. Mas não é bem dor, é mais um aperto que vai da garganta ao estômago; que lembra gases, mas aparentemente não é. Enfim, tomei.
Li um livro há uns meses (não sei se já comentei... não lembro), muito bom, "Comer, Rezar, Amar". E tava pensando agora pouco em como esse último semestre foi repetitivo em me levar pra isso de reforma íntima. Coisas que aconteceram, religiões - ou filosofias (como EU prefiro) - que se mostraram, este livro, filmes, oportunidades. E tudo isso só me deixou mais perdida. Pelo menos hoje, com minha queimação apertada e doída.
A psicologia me ensinou a olhar as coisas de fora, o máximo "de fora" que eu puder - Sabe aquilo de em casa de ferreiro o espeto é de pau? Posso dizer que meu espeto tá por aqui, mas eu não sei onde.
Não estou reclamando da vida, que fique bem claro! Nem de mim!
Ando bem orgulhosa de mim mesma, ainda que sem motivos muito lógicos.
Só estou constatando o fato de que eu não tenho o menor controle sobre minhas ações.
O Natal. Talvez o Natal seja um motivo pra essa constatação.
Mais uma vez senti nesse Natal que não fui a melhor pessoa que podia ser. Não telefonei pra ninguém, não mandei mensagem, nem e-mail, nem cartão, nem recado no orkut. Não fiz nada!
Exemplo bobo, mas sim, faz sentido pro que estou sentindo.
É como na relação conjugal ou com minha família. Eu até sei perceber o que acontece, a dinâmica que se estabeleceu, e o tipo de situação que leva a discussões, brigas e afins. Mas não faço o que poderia pra evitar ou mudar.
E é por um pouco de birra. Nas duas situações.
Eu não fazer o que esperam de mim... ou que eu mesma, no fim, espero de mim (e eu imagino que muita gente não espera muita coisa de mim mesmo, nem de ninguém).
Agora, se nem Eu faço o que eu espero de mim, que controle eu tenho sobre qualquer coisa nessa vida? E sem controle, como é que eu reformo alguma coisa?
Eu sei que começa tudo pela gente, pela nossa intenção de tornar tudo melhor. É o nosso passo influenciando o do outro. Mas tem hora que parece que a gente tá andando sozinho, olhando pro lado; e vendo que o outro ainda tá lá atrás, esperando a gente dar o próximo passo.

É isso! Eu sentido é uma enorme vontade de pegar uma pedra e tacar na cabeça de quem ainda tá me esperando!
(E eu preciso de muuuuita pedra!)

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Muita preparação pra... rir

Há uns dias nos preparávamos pra tal conversa.
Uma conversa sobre humildade, melindre e comunicação. Ela precisava ouvir sobre nossa dificuldade em conversar com ela; sobre como ela era fechada pras críticas e sugestões e de como gostaríamos de sentir mais liberdade pra tratar alguns assuntos com ela. Era necessário mostrar pra ela que ela não é mais competente que ninguém do grupo... que todas temos algo a acrescentar.
Mas como? Se ela se mostra tão imatura e tão orgulhosa... com certeza ela vai dar um chilique e nunca mais voltar. Com certeza ela vai nos atacar.
Então, chegou o dia... hoje.
Todas se dizendo tranquilas, mas cheias de dedos... pisando em ovos. Como vai ser?
E foi...
A conversa começou cheia de meias palavras e disfarçada de reunião importante. Olhares e pessoas estranhas. Até que alguém teve coragem - a mais interessada, aliás... a que sugeriu a coisa toda da conversa... a mais atingida por ela - e disse, bem claramente (sem trocadilhos): "eu tenho dificuldade pra falar com você". E veio uma resposta tão inesperada, tão honesta, e tão reflexo de tudo que a gente queria dizer, que começamos a rir.
Ela também tem dificuldade com a gente. Pra ela, nós é que a achamos incompetente; nós é que a tratamos com diferença e algumas vezes fomos rudes. Nós achávamos dela o que ela achava da gente. Enfim... rimos porque ela repetiu tudo, absolutamente tudo que queríamos que ela ouvisse, antes que qualquer coisa fosse falada por nós.
Qual a moral da história?
Eu não sei... tô perguntando...
Só sei que não dá pra ficar achando que o outro tá achando que alguma coisa.
Só sei que foi ótimo quebrar a cara nesse caso.
E que na dúvida, é melhor ter coragem e falar logo...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Medo de que?

Nós e nossos medos.
Medo de tudo.
Medo de estar sendo rígida demais... medo de estar sendo permissiva demais.
Medo de estar fazendo pouco... medo de estar fazendo além do que se é capaz.
Medo de parecer muito megera... medo de virar a palhaça da história.
Medo de tudo que pode nos definir em uma só palavra.

Não somos uma só palavra. Não somos 10 palavras... talvez nem 100.

Não sei quem eu fui hoje. Não tive tempo de pensar nisso. Mas estava diferente de quem fui ontem e mal me reconheci.
Fui, e só.
Amanhã... não sei quem vou ser. E sei que não quero ser quem fui hoje. E sei que, até pelas circunstâncias, não vou ser quem fui hoje.
Amanhã, vou ter medo de que?

sábado, 13 de setembro de 2008

Mentira auto-realizadora

Cuidado com o que você fala pra uma criança ou de uma criança.
Existe uma coisa muito perigosa chamada profecia auto-realizadora.
"A chamada PROFECIA AUTO-REALIZADORA é uma consequência da ação dos esquemas sociais. Consiste na exibição de um padrão de comportamentos, que, guiados por esquemas, faz com que a pessoa alvo deste comportamento seja influenciada por ele e responda de forma coerente com as expectativas"
PSICOLOGIA SOCIAL, de Aroldo Rodrigues, Eveline Assmar e Bernardo Jablonski
Ou seja, se você fala pra um menino de 10 anos que ele é um bandido, um mau-caráter, que não é nada e nunca vai ser nada, e outras coisas desse tipo, e ainda fala isso na frente de quem estiver lá pra ouvir... qual a saída desse menino? Por mais que eu entenda que a sua intenção é fazer com que ele perceba que as atitudes e decisões que ele tem tomado não são nada corretas, e que seu medo é de que ele se torne mesmo um bandido (até porque esse tem sido o futuro da família dele), eu quero te mostrar o quanto você está contribuindo pra que isso (o futuro que você está querendo evitar) se torne verdade.
Sim, sim... isso é um ensaio pra falar com alguém de verdade. Alguém que tem um coração gigante, mas que ainda não conseguiu domar as próprias palavras. Mas serve pra todo mundo.
Cuidado com o que você espera de uma criança. Elas querem tanto agradar os adultos que vão fazer de tudo... inclusive virar bandido, só pra você ter o que "queria".
E esse menino, que também é de verdade, tem me deixado muito preocupada. Ele tem um muro tão forte em torno dele, uma resistência tão grande... um personagem de indiferença super bem montado. Ele mente sem nem piscar! E eu tento muito ir desarmada ao encontro dele, pra não achar que tudo que ele fala é mentira... mas sempre saio na dúvida.
Mentira, aliás, é uma coisa interessante.
Talvez nem tanto na criança... já que a fantasia nelas é muito forte, e a mentira ainda não se define como uma coisa tão imoral ( e aí tá o perigo... eles tem que aprender enquanto é tempo a imoralidade da mentira)... mas nos adultos, ela é muito interessante.
Essa pessoa de coração gigante por exemplo, tem sentido dores fortes no corpo. Estresse, com certeza. Mas tenho reparado que ela mente todo dia! Mente quando fala pra esse menino que não quer mais ajudá-lo, por exemplo... mente quando fala pra alguma mãe que sabe que ela faz o possível pelo filho (quando vê, nitidamente, que a mãe c* e anda pra criança, apesar de dizer que faz tudo por ele)... mente pra manter a ordem, mente pra se manter forte, mente pra atingir alguém (pro bem, por bem ou por mal).
Mas a mentira é uma contradição nossa... vai de encontro com o que realmente pensamos. E o nosso corpo sabe! Ele sente.
Tanto é que o Polígrafo (detector de mentira) trabalha em cima das mudanças fisiológicas que a mentira causa. Olha que lindo! Seu corpo não sabe mentir!
E se você contradiz seu corpo, ele reclama... ele se estressa e você fica assim, cheia de dores nas costas, dor de cabeça e mau-humor!
Então, mais uma vez cuidado... CUIDADO COM O QUE VOCÊ FALA!

terça-feira, 9 de setembro de 2008

eu e Eu...

É bom quando a gente percebe que já não é tão preguiçosa quanto antes.
Isso eu posso dizer de boca cheia! Não sou tão preguiçosa quanto antes.
A preguiça ainda é um dos meus defeitos mais graves, mas acho que estou conseguindo combatê-la. E tenho achado uma coisa horrível gente preguiçosa!
Uma coisa que eu morria de preguiça de fazer era ler. Achava lindo quem lia 20 livros por ano. Eu não lia 2 páginas! Morria de preguiça, enfim!
Eu tenho lido alguns livros... Não completo 5 por ano, ainda... mas de 2 páginas pra um livro completo de mais de 300, é um grande pulo, vamos combinar!
Agora estou lendo "Comer, rezar, amar" de Elizabeth Gilbert ("A busca de uma mulher por todas as coisas da vida na Itália, na Índia e na Indonésia. Seja também a heroína de sua própria jornada" - é a nota da página, abaixo do título, que eu achei bem brega e desnecessária! Mas o livro é bom!).
Ela conta no livro como foi à Itália pra descobrir o prazer, à Índia pra descobrir a devoção e a espiritualidade, à Indonésia pra descobrir como equilibrar prazer e espiritualidade.
Já estou na parte da Índia... e achei essa parte muito forte! Talvez pelas coisas que eu estou descobrindo sobre espiritualidade por aqui mesmo!
"O caminho da ioga consiste em desatar os nós inerentes à condição humana, algo que definirei aqui, de forma extremamente simplificada, como a desoladora incapacidade de sustentar o contentamento. Ao longo dos séculos, diferentes escolas de pensamento encontraram explicações diferentes para o estado de aparente falha inerente ao ser humano. Os taoístas chamam-no de desequilíbrio; o budismo, de ignorância; o islamismo põe a culpa de nosso pesar na rebelião contra Deus; e a tradição judaico-cristã atribui todo o nosso sofrimento ao pecado original. Os freudianos afirmam que a infelicidade é o resultado inevitável de um embate entre nossas pulsões naturais e as necessidades da civilização. Os iogues, no entanto, dizem que o descontentamento humano é simples caso de identidade equivocada. Nós somos infelizes porque achamos que somos meros indivíduos, sozinhos com nossos medos e falhas, com nosso ressentimento e nossa moralidade. Acreditamos equivocadamente que nossos pequenos e limitados egos constituem toda a nossa natureza. Não conseguimos reconhecer nossa natureza divina mais profunda. Não percebemos que, em algum lugar dentro de todos nós, existe um Eu supremo que está eternamente em paz. Esse Eu supremo é a nossa verdadeira identidade, universal e divina. Se você não percebe essa verdade, dizem os iogues, estará sempre desesperado, idéia expressa de forma inteligente na seguinte frase irritada do filósofo estóico grego Epíteto: 'Você leva Deus dentro de si, seu pobre desgraçado, e não sabe disso'."

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Just breathe...

Não ando muito produtiva.
Estou num momento reativo. Se alguma precisa ser feita, eu faço. Ou esqueço de fazer por conta de "outra coisa que precisa ser feita" que atropelou a anterior.
É muito chato viver de reações.
É bem melhor acordar e decidir que AÇÕES serão tomadas.
Não quero voltar à rabugisse e dizer que talvez o tempo nos torne cada vez mais reativos e cada vez menos espontâneos.
Eu e o tempo estamos mantendo uma relação mais cordata.
E por isso, prefiro dizer que a culpa é nossa. Minha e de quem se identifica. Nós que nos distraimos com as "coisas que precisam ser feitas" e nos deixamos levar sem responsabilidade.
Responsabilidade no sentido de fazer algo com consciência... Reação é mais instintiva, sem muito planejamento, seguindo os padrões.
O tempo de uma respiração mais profunda já nos traz alguma responsabilidade.
Gosto muito de um pensamento (que era uma frase feita na verdade, mas que eu não lembro mais como era exatamente) sobre o aqui-agora (da psicologia e não o antigo programa do sbt) que diz que respirar fundo é uma forma de se situar no presente. Respirar só pode ser feito no AGORA, e AQUI. Não se pode respirar no passado nem no futuro nem num lugar diferente do lugar em que se está.
Com milhares de coisas pra fazer, a gente nem lembra da gente... vira robozinho. E vira um robozinho viciado em "coisas que precisam ser feitas". Quando para pra pensar, vê que podia ter feito de um jeito mais simples, ou de um jeito mais prazeroso, e eu odeio isso!
Eu fico remoendo essas coisas por muito tempo.

Preciso lembrar de respirar fundo!
Respirar é a coisa mais importante que precisa ser feita... antes de tudo mais que precisa ser feito!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Seria melhor se ninguém estivesse vendo...

Porque, realmente, se estiverem mesmo nos observando de algum lugar do universo... e eu acredito nisso de uma forma bem particular, ou nem tanto, mas que não é essa óbvia de ETs pálidos, cabeçudos e etc... e forem nos definir em poucas palavras, "hipócritas" fatalmente estará na lista.
Quando acordamos num dia belo, com passarinhos na janela e cheiro de flores no ar, falamos de como a paz é importante, de como o amor é lindo e que só a caridade salva. Mas basta que esse passarinho nos deixe um "presentinho" pastoso no peitoril, mudando o cheiro do ar, que vamos xingar, bater a janela e querer, de alguma forma, nos vingar do coitadinho, ainda que seja na primeira pessoa que aparecer.
É assim... sempre foi... e é difícil mudar.
Não vivemos num tempo que permita ser coerente. Vivemos num tempo em que um advogado especializado em tributos nos diz que é imoral pagar todos os impostos corretamente... que o certo mesmo é sonegar e saber que seu dinheiro vai pagar seu funcionário, que te ajuda realmente, ao invés de acabar na máquina de lavar junto com cuecas sujas.
Vivemos num tempo em que contadores concordam com isso!!!
Vivemos num mundo de espertos... de pessoas formadas há 25 anos que não estão aí pra ouvir "conselhos" de garotas com esses anos de vida.
Vivemos num mundo em que se você fizer tudo certo acaba pra trás.
Não sei como é fora daqui... sinto que seja parecido... mas vivo numa cidade onde sem "peixada" não se cresce profissionalmente, a não ser por horas e horas de estudo e de provas exaustivas, muitas vezes sem sentido prático. (E muitas vezes a "peixada" volta a ser necessidade mesmo assim!)
Vivemos num mundo em que dinheiro significa coisa demais.
É um mundo cheio de jogos. Jogos de todas as espécies. E aí, vem mais uma incoerência... como alguém quer ensinar que "jogos de azar" são errados quando o mundo todo gira em torno de um grande jogo? Não deveriam ensinar como se joga pra ganhar seguindo as regras? Eu acho...
Vivemos de negações... de evitar o que é feio e o que dá trabalho. Somos preguiçosos também. Somos preguiçosos com o mínimo, com o nosso próprio corpo. E o que que a gente faz nesse mundo sem nosso corpo?
Somos ótimos quando falamos sobre... mas somos péssimos na prática.
Antes eu achava que eu fazia isso mais que os outros, mas todo mundo é assim.
A gente tinha que evitar ser assim... todo dia.
Eu devia tentar mais, já que gastei meu tempo nessa verborréia (quando é escrito é uma verborréia?) crítica. Mas eu nem consigo seguir o planejamento que escrevo na agenda... imagina se vou conseguir acompanhar o ritmo das minhas reações impulsivas e avaliar minhas hipocrisias. Não dá tempo!
E outra... se for fazer isso seriamente, não vou mais ao cinema com a frequência que gosto... já que nunca "conseguiria" uma carteirinha de estudante por estar formada há quase 3 anos (e não aceito conselhos de garotas dessa idade!)... e eu vou conseguir a minha! Rapidamente! Espero que sim...
Não conheço ninguém que estude línguas!

domingo, 17 de agosto de 2008

Eu quero!

Ando bem empolgada com a casa nova... às vezes levo uns sustos e fico pensando se as coisas serão como estão sendo postas. Se um dia vou me arrepender... se perderei muito (de novo)... e vários outros "ses" que não quero pensar agora, porque pra cada "se" desses, 5 fios de minha sobrancelha caem! A cada semana estou com a sobrancelha num estilo novo... aliás, cada uma no seu estilo!
Mas, enfim... são coisas que só o tempo vai mostrar, e se o pior acontecer é pra mostrar que não aprendi a lição! E se não acontecer... o que eu espero... é pra mostrar que as pessoas mudam mesmo, apesar dos lapsos!

Voltando ao assunto que me trouxe...
Ando bem empolgada com a casa nova. E como a maioria das pessoas, penso muito sobre a decoração: armários, banheiros, colchas, quadros, toalhas, eletrodomésticos, tapetes... e tal, e tal.
E tenho olhado muuuuito isso tudo na internet... e achado coisinhas assim, que fiquei desejando:





Luvas de limpeza (antiderrapante e com barra de bolinhas)!

(Tenho alergia à detergente, então luvinhas são necessidade... e as normais são feias!)



E um doorstop da bruxa do leste (ou oeste?)!

São só dois exemplos das coisas lindas ara o lar que se acha por aí!



Outra coisa que não sai da minha cabeça é que EU QUERO UM CACHORRO! Eu quero igual criança birrenta que se joga no chão e grita... eu quero e pronto! Sempre tive cachorro. Desde os 8 anos! E podem falar que não cuidei dele como deveria, porque eu até concordo... concordo que não cuidei dele como ele merecia... mas não fiz tudo errado, ou ele não viveria 17 anos como viveu!

EU QUERO!

Queria muito esse:


Mas depois de muita argumentação, inclusive sobre o bichinho vir a sofrer morando em apartamento (o bull terrier é dócil, mas é muito forte e agitado... precisa de espaço pra correr e gastar energia - que pode ser gasta comendo um sofá inteiro na falta de outra coisa), agora quero esse:


Pela foto podemos perceber a sagacidade da "pessoa"! E essa é uma característica comum da raça... além de roncar e soltar gases!

Mas como diz xuxu, "eu faço isso e você me ama..." então, com ele não vai ser diferente!

Estamos pensando... estudando mais a raça e suas necessidades. Conscientes não?!

sábado, 26 de julho de 2008

A Felicidade

Felicidade é quando nossos pés descalços afundam na areia, e nos beijamos nos lábios, e afundamos nossos corpos um contra o outro num abraço incondicional, e chove forte sobre as nossas cabeças e as gotas são como esferas de vidro com recordações do que ainda não vivemos, e as gotas se transformam em asas de gaivotas que rasgam o horizonte, e não há culpa sobre os nossos ombros quando eu olho pra você e enxergo outras, quando você me vê e sou vários, e a combinação infinita entre esses milhões de casais que moram dentro dos nossos olhos caminha até o ar quente que nos envolve em ondas, e nos molha a todos, os vários de nós dois entrelaçados em combinações improváveis, até que a palavra "outro" perca totalmente o sentido, até que nos encontremos no ponto onde seremos juntos algo que não sou eu e que tampouco é você.
E então, sob a luz de um amanhecer cor de sangue, atravessaremos o oceano em queda livre, e após retorcer o eixo do mundo com as pontas dos dedos, teremos o céu sob os pés descalços, e as cidades do Planeta Terra serão pequenos pontos de luz abaixo do nosso vôo, nossos sorrisos iluminados como que por fogos de artifício à medida que nos encaramos sem volta, confortáveis e haver perdido o caminho de casa, quando passado e futuro serão termos sem significado, porque só haverá (há) o presente, o instante agudo onde as órbitas dos seus olhos se refletem nas minhas, e vice-versa, como uma multidão de espelhinhos até que esses planetas livremente se alinhem como reflexos em oposição numa reta perfeita - e nenhum de nós, nunca mais, precise mentir um para o outro.
Lindo, né?! É do João Paulo Cuenca.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Aaahhh... ele morreu!

Câncer mata professor que ficou famoso pelo vídeo da 'última aula' na web

Já tinha assistido o vídeo ano passado...
Vi nessa semana a participação dele no programa da Ophra, em que ele repitiu a palestra e chorou quando disse no final que na verdade a "aula" é pros filhos dele!
Tá aqui o vídeo, que vale muuuuuuito a pena assistir... quantas vezes necessário, até aprender!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Oh vida...

1 mês e 2 dias depois...


... Volto aqui com uma vida quase que nova, e muito a mesma ainda!

Comecei um serviço voluntário, terminei uma sociedade, comecei outra quase que imediatamente, vou me mudar até o fim do ano pra um apartamento de 3 quartos que surgiu do nada!

Parece pouca coisa agora que li...
Mas isso em 32 dias é muito! Eu já passei por 365 dias em que naaaaada significativo aconteceu!
Acho que "muito" tem sido passar por essas coisas. Devo ter envelhecido 2 anos nesses dias!

O trabalho voluntário é maravilhoso! Dá um trabalho do caramba!
Como bem disse uma colega de lá, "é um feng shui interno"... eu tenho creditado muito essas mudanças externas a esse feng shui!

Não sei explicar... até sei, mas não sei se minha explicação é a explicação da causa mesmo! hahahaha
Afinal, tem uma discussão acontecendo em minha cabeça quase que diariamente sobre o curso das coisas! Se a vida é joguete do destino, se é puramente construida por nossas ações (o que duvido, senão os "bons" sempre seriam recompensados e os "maus" punidos, ainda que os papeis alternem - e aí as decorrências também variariam), se já está definida e só seguimos o caminho, ou se um mix de tudo. Enfim, de onde viemos e pra onde - por que e como - vamos?

O que tenho acreditado é que nossas ações não valem muito se elas não estão seguindo o movimento certo. O movimento programado praquele seu momento. Aliás, programado não... não foi uma boa palavra... porque depende também da maturidade, da preparação pra perceber o que está acontecendo e agir nisso.
Movimento sim é uma ótima palavra! Porque as coisas acontecem em um momentum... em um movimento.
Não sei explicar... Penso, logo NÃO SEI!
Só sei que a gente percebe o movimento mais claramente quando andamos no mesmo sentido que ele.

domingo, 22 de junho de 2008

Finalmente, tá na moda!

Eu já vinha suspeitando que viraria uma tendência!
Começaram a publicar fotos de pessoas famosas expondo as suas pelas ruas do mundo todo...
E agora, ela está nas passarelas do SPFW!!!
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A celulite!
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Não estou criticando a moça Kurkova lá... Pelo contrário! Estou manifestando o meu contentamento!
Falam da celulite como se fosse uma deformação gravíssima... Coisa de circo dos horrores! Aberração! Que nada! Eu tenho... Todo mundo tem... E até que todas tenhamos dinheiro para fazer os moderníssimos tratamentos com gás carbônico e laser, venho aqui convidar todas as mulheres normais para colocarem seus shortinhos, mini-saias e afins, e aproveitarem, pois celulite está na moda!
***

terça-feira, 17 de junho de 2008

Nem morto escapa...

Essa CPI dos ossos tá me lembrando aquela história da mancha criminal no filme "Tropa de Elite".
"Quando acontece algum crime na área do batalhão, o responsável precisa correr atrás. Só que correr atrás dá muito trabalho.
- Coronel, mandou me chamar?
- Mandei.
- Algum problema?
- Muitos. Quero saber que quatro corpos são esses achados no Tabajara.
- A culpa não é minha. Fiz tudo como o senhor pediu, mas...
(Flashback)
- Maré zero, negativo quanto a corpos em área de Maré 1-9. Os corpos, segundo informações, estão em área de Maré 2.
É mais fácil mudar o local do crime do que localizar os criminosos. Tem muito comandante safado que reduz a criminalidade jogando defunto na área de outros batalhões. Só que na PM, parceiro, ninguém fica de bobeira.
- Maré zero, os corpos se encontram em área de Maré 1-9. Ciente?
(Volta pra cena anterior)
- São aqueles filhos-da-puta, Coronel. Eu pego os corpos e jogo lá. Eles jogam aqui, eu jogo lá... É a guerra da carne."

Só que na CPI, o jogo muda pra: "Isso foi antes de 2002", "Não, foi depois de 2002"... e o que interessa de verdade? Ou será que pra eles morte na praia é afogamento também?
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E, falando nisso:


http://www.oquevocetemavercomacorrupcao.com/

terça-feira, 20 de maio de 2008

Vamo quebrar tu-do? Vamo, vamo!

Tem hora que eu queria ter um diagnóstico.
Nas aulas de psicopatologia a professora alertava: "não se impressionem caso se identifiquem com o que vamos estudar, isso é comum", até porque é melhor ter um pouquinho de todos os distúrbios que ter muitão de um só... ?
Mas tem dia que eu queria ter um diagnóstico só meu... daqueles bem cabeludos, que são razão e desculpa de todas as ações, ou falta delas.
Lógico que levo a sério todas as psicopatologias, e respeito quem as carrega... mas nem eles podem negar que existe algum conforto em carregar um rótulo que de tira responsabilidades.
Eu acredito muito na função da doença também. Ela está lá por um motivo às vezes até maior que o biológico.
Mas enfim... eu queria liberdade pra surtar. Sair gritando, quebrando tudo, subindo nas coisas, e depois deitar e ficar bem quietinha.
Não aconteceu nada... antes que me perguntem, hehe.
É muito tédio, junto com um pouco de frustração e tpm... numa noite cumprida, de um dia bem mais ou menos.
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Hum... Será que já serve???



Pense num jeito bom de escovar os dentes:


sábado, 17 de maio de 2008

Ao corpo o que é do corpo!


Sabe... no banho eu tava pensando sobre o corpo. Depois da faculdade tive mais clareza de como o corpo só expõe o que está acontecendo por dentro. Mas estava pensando é em como que, com o passar do tempo, o corpo fica mais verdadeiro, mais honesto... e um tanto rabugento também.

Ele não te engana mais com aquela pele boa depois de uma noite mal-dormida. Ele te mostra claramente, aliás, na escuridão das olheiras, que você deveria ter descansado mais; que ele precisava disso.

Ele não te faz mais favores. Se você quis beber aquele tanto na noite passada, problema é seu, ele é que não vai funcionar hoje. Greve! Se não for tão grave, é ponto facultativo... trabalha quem quer.

Se não alongar, mão não chega no pé, pescoço dói, coluna dá nó... se não malhar, amolece... se não alimentar, pifa... se tentar enganar com comida fácil e gordurosa, mais greve... se não hidratar, repuxa, perde o brilho... e o pior de tudo: se você ignorá-lo, e seguir a vida como bem entende, ele não vai tentar chamar sua atenção a todo custo... vai sim, entrar no seu jogo, fingindo que está tudo bem, mas lá no fundo, vai trabalhar, bem quietinho, em sua vingança maligna!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

3 going on 30... at least!


Fazer 3 anos de namoro foi muito bom!

Teve telefonema porque lembrou;

Torta alemã de madrugada;

Vela de 3 com porpurina, em cima da torta;

E "parabéns pra nós dois" num ritmo muito engraçado!

Xuxu é um chuchu!



Nunca valeu tanto a pena arriscar uma amizade por causa de um beijo!

Um amigo muito querido virou o homem mais precioso que já conheci... que ouviu e passou por muita coisa que não precisava pra ficar comigo. Ele abriu mão de muita coisa que a maioria dos caras de 20 e poucos anos não abriria jamais.

Eu só espero que esteja compensando... ele diz que sim.

Amo demais! Quero fazer muito feliz!

E pra quem se incomoda com isso, superação; porque com provas como as que ele me dá... difícil não babar; impossível não o adorar!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Por Zeugma!

Olha o texto que meu pai me mandou:

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPEUniversidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Redação:
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos porleituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. Esem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois ládentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
*****************************************************
Por menos que eu acredite que isso foi mesmo feito pra um concurso, achei muito prosopopéico, apesar de ser um tanto ortográfico.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Me entrego...

O propósito dele é denunciar as merdas que andam fazendo. Coisas como furar fila, desrespeitar leis de trânsito, manipular informações na mídia, poluir, e outros tipos de merda que sempre vemos por aí. Inclusive ele tem um adesivo para marcar o território de quem faz merda.

Como simpatizei com a campaha, vou começar marcando este meu pequeno território, já que, afinal,





Superego, querido, volte pra mim!!!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Amigado com fé...

Sabiam que o Aderbal, aquele que fala demais, do programa mais ou menos humorístico, é psicólogo?!?! Eu não sabia! Ele é melhor de psicólogo!
O nome dele é Bernardo Jablonski... coloca no google! Ele é bastante coisa... impressionei!
Aderbal deve ter sido um momento de surto!

Ele tá no Happy Hour agora... falando sobre namoro e casamento, ou melhor, sobre morar junto e se isso é namoro ou casamento. Me interessa muito.
Eu estou há mais de um ano já nessa situação e realmente é confuso. Ainda mais a minha que não foi planejada... aconteceu. Mas não é confuso por causa de sentimento, ou de cotidiano, ou cobrança, nada disso. Mas por causa de nomeclaturas e obrigações e burocracias e outras coisas que um casamento formal já meio que mostram... ou não. Fora que quase todo dia eu escuto: "E aí, quando vão casar mesmo?".
Eu quero ter a cerimônia e a festa... no início queria pra formalizar, pra família, pra sociedade... agora, bem agorinha, pensando, eu quero mesmo é pra celebrar uma coisa que já tá dando certo e que merece isso.
Na essência do que é um casamento, eu sou muito casada sim. Numa relação que tá crescendo bem... que tem suas arestas aparadas todos os dias.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sim, Edson Celulari...

Pra quem, como xuxu, não entendeu a menção a Edson Celulari no post antes desse que vem antes deste, a foto:

Olhos pequenos;

maxilar quadrado;

não é um nariz de turco, mas é um nariz respeitável;

não dá pra ver o corpo direito, mas percebe-se a proporção;

50 anos;

CASADO há 15 anos!

Ou seja, não é nenhum garnisé acomodado!

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Discovery pela minha reputação!

Não me abalo muito quando descubro que não sabia alguma coisa que todo mundo sabia. Não sabia, por exemplo, que tinha um carrinho que empurrava o avião pra trás antes dele taxiar. Nunca tinha pensado sobre isso... descobri num programa da Discovery. Mas, me preocupei muito por causa de uma conversa com a Balairina (de 5 anos!).
Ela gosta de contar histórias milaborantes, que normalmente envolvem tragédias. Depois de me contar uma de um menino engolido por um jacaré, e resgatado com vida, ela veio com essa:
Balairina: A minha amiga foi pra Disney, e lá tem tubarão, ?!
Eu: É, tem um aquário bem grandão com tubarões.
B: Então, essa minha amiga disse que viu um monte de tubarões e que tinha uma fêmea que tava cuidando dos ovos...
Eu: Ovo?! Tubarão põe ovo??
B: É. Ovíparo! - me olhando como se eu fosse uma ameba.
Eu: Lindo, tubarão põe ovo?!
Xuxu: Claro! - e ela ainda me olhando como se eu fosse uma ameba. E eu me sentindo a própria!
Eu sabia que já tinha visto um tubarão nascendo de dentro da fêmea; eu não alucino tanto assim.
Pois bem, Discovery que tanto me instrui, veio salvar minha reputação.

"Após terem acasalado com sucesso e os ovos da fêmea terem sido internamente fecundados, os embriões desenvolvem-se em uma das três formas seguintes, dependendo das espécies: Tubarões ovíparos põem ovos com cascas grossas, resistentes a predadores, e que depois são presos por eles nas rochas ou nas algas. Os ovos são incubados dias ou semanas depois, e os filhotes sobrevivem por conta própria. Muitas das cascas de ovos têm uma forma retangular, e algumas, como a “bolsa de sereia”, posta pelos esqualídeos, são muitas vezes trazidas até a costa pelas marés.
Tubarões vivíparos dão à luz crias já com vida, que são alimentadas no útero do tubarão fêmea através de uma placenta ou de uma secreção conhecida como leite uterino. A viviparidade assegura que os filhotes sejam bem alimentados durante o seu desenvolvimento, deixando-os prontos para sobreviver aos rigores do mar imediatamente após o nascimento.
Tubarões ovovivíparos também carregam os seus embriões internamente, dando à luz filhotes vivos, mas sem alimentá-los durante o seu desenvolvimento. Em vez disso, os tubarões em crescimento são nutridos através do saco vitelino. Algumas espécies de tubarões, como o tubarão Mackerel, praticam a oogênese, na qual a mãe produz fluxos de pequenos ovos não fertilizados que alimentam os embriões em desenvolvimento."

Reprodução do Tubarão - Discovery Channel
Ufa!

domingo, 20 de abril de 2008

Tá na cara?!

Sabe Lombroso?! Então, acabei de ler um texto sobre um estudo que me lembrou muito ele.
"Fala sério!" nem é uma expressão que uso normalmente, mas foi minha única reação.
Homens com maxilar mais quadrado, nariz maior e olhos menores seriam menos dispostos a relacionamentos firmes, e mais abertos a sexo sem compromisso! Como assim? Quer minha explicação?! Não sou fã da psicologia evolucionista, mas o fato é que maxilar quadrado, nariz grande e outras coisas como a proporção entre ombros e quadril (formando um triângulo invertido), são sinais de que ali tem muita testosterona, virilidade e tal... coisas que atraem parceiras. Não esquecendo que somos animais, essa história de passar a vida inteira com outra é uma invenção nossa... a função original de nosso equipamento é sobrevivência, que inclui procriação, ou seja, muito sexo! E é fácil imaginar que um homem com essas características tenha muita oferta.
Isso quer dizer que os que seriam mais confiáveis, mais dispostos a um relacionamento longo são os menos atraentes... então o negócio é casar com um garnisé?!
É querer classificar de um jeito simples demais.
Dizer que levamos em conta a aparência para julgar com quem queremos nos relacionar e que tipo de relação ter com a pessoa, é até bem lógico. Tanto para amizade quanto para romance. Também mencionam no texto o tipo de mulher que escolhemos como concorrentes potenciais... das quais teríamos ciúmes. Digo, por mim, que só tenho ciúme de quem eu acho que pode ser mais interessante que eu. Será que alguém é muito diferente de mim nesse sentido?
Enfim, a aparência importa pros nossos (pré) julgamentos, mas dizer que ela pode determinar a potencialidade de cada um, pra mim, não cola.
Expliquem Edson Celulari então!
*Nada contra garnisés ou quem concorda com esse estudo!

sábado, 19 de abril de 2008

É só isso... não tem mais jeito...

Ui, viajei! 10 dias muito bons. Mesmo os de chuva foram muito bons.
Caranguejos, jegues, buggys, mar, cerveja, fps 30, ski-bunda, vendedores, lagoas, waffle, quadriciclos, dunas, queimaduras, ônibus, piscinas, intestino, guias, água mineral, coqueiros, falésias, catamaran, óleo de coco, humoristas, toboáguas, coco, doidas, arraia, forró, McDonald's, enjôo, pau-de-arara, macho, tapioca, celular, músicas, Pizza Hut, malas, compras...: a minha viagem a Fortaleza.
É muita coisa pra contar... então, não contarei. Ou talvez conte, mas não agora, tudo de uma vez...
Importa que foi bom e voltei bem. Sem pensar tanto. Mais leve (mentalmente - bom esclarecer!). Tava precisando dessa viagem, e acho que por isso ela foi tão boa.
Eu tava repetitiva, e ela me interrompeu. E eu não prentendo retomar o ponto.

Jeguito!

E o título é pela música mais tocada lá; a que nunca mais sai da cabeça (¬¬)!

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Momento comida

Tem coisa que é de comer até rolar.
Daquele jeito de abrir discretamente o botão calça porque a barriga já tá doendo.
Comida japonesa é dessas coisas! Ah! Japonês...
Japonês anda caro, caro de pensar 3 vezes se vale a pena. Uma solução é comer no japonês a quilo. Um bom prato, pegando um de cada tipo de sushi servido, mais um ou 2 gyozas, sai de R$20 a R$25. Outra é confiar na moça do Extra e comprar um bandejão com umas 18 peças por uns R$15. Não é variado, só tem uns 3 tipos normalmente, e sashimi só de salmão, mas dá pra matar a vontade. Eu sempre como, nunca tive problemas e acho gostoso.
Sashimi e sushi gostosos, pra mim, são os feitos com igrediente frescos (quem já comeu sashimi com cheiro de peixe morto entende)... até porque receita é fácil seguir, e curso de culinária japonesa, hoje em dia, tem por todo lado.
Em tempos de temakeria a cada esquina (ou quadra, já que moro em Brasília), pode parecer pobreza demais comer sushi do Extra. Mas eu, que nunca fui a uma temakeria e não vejo grande graça em comer um temakão no lugar de vários sushizinhos, fico bem feliz e satisfeita com um bandejão.
Pois bem... hoje fui ao Grande Muralha Fusion, que serve bufê de comida chinesa e japonesa, por R$24,90 no almoço - pra comer até rolar!!! Não sei por quanto fica no jantar, mas não deve chegar a R$30. O lugar não é muito grande, e por causa localização - 201 sul, ao lado do setor bancário - não é fácil achar estacionamento, e o restaurante meio que lota. Isso durante a semana, né? E lá pelas 13:30/14h já tava bem mais tranquilo.
R$25 não é pouco pra um almoço... mas um bufê japonês num restaurante tradicional daqui custa R$36 no almoço e R$ 42 no jantar, e o diferencial é basicamente a variedade. Então, R$25, liberado, vale muito a pena!

É nesse esquema a bandeja vendida no Extra. A média.

E olha como era sério aquilo do adoçante!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Recomendáveis

Finalmente, filminhos bons.
"Jogos de Poder", com Julia Roberts, Tom Hanks e Philip Seymour Hoffman, é muito bom!!! História real... que pra mim já conta 1000 pontos... do congressista Charlie Wilson, que tinha uma vida pessoal bem animadinha, e a pedido de uma de suas "amigas" se envolveu na guerra do afeganistão com a União Soviética. Philip Seymour Hoffman eu realmente acho um ótimo ator! Nunca tinha reparado muito nele, nunca vi "Capote"... só um pedacinho um dia desses. E se for pensar, ele nem é muito aclamado. E talvez eu nunca tenha reparado nele porque cada personagem é totalmente diferente do outro. Ninguém reconhece o Capote como sendo o companheiro de quarto do Patch Adams na faculdade, ou a drag queen de "Ninguém é Perfeito", ou como o agente da CIA em "Jogos de Poder".
Outro é "The Eye", traduzido como "O Olho do Mal", com Jessica Alba. É um terror nervosinho. Refilmagem de um filme chinês chamado "The Eye - A herança". A versão asiática deve ser melhor... eles capricham em terror. Mas eu gostei. Digamos que faz efeito, no mínino... eu pulei umas 3 vezes da cadeira.
"O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford" é um pouco cansativo, mas como disse, ser história real conta 1000 pontos. Conta como Jesse James foi "caçado" por seus prórpios companheiros de gangue por causa da recompensa de sua cabeça.
"No Vale das Sombras" é com Tommy Lee Jones, Susan Sarandon e Charlize Theron. Baseado em fatos... o que não significa ser totalmente real, então só conta 500 pontos. Fala do envolvimento dos soldados jovens que foram pro Iraque com drogas, como a pressão da guerra os afeta e tal e tal. Bem bonzinho.
"Antes Só que Mal Casado" é comédia com Ben Stiler. Muito bom... Não vou falar a história desse. É engraçado ver aos poucos.
Very very recomendáveis!

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Ainda sobre o trânsito

Teste de Atenção:

Muito bom, hein?!

Tô falando...

... tem alguma coisa errada.
A coisa do trânsito continua ruim. Mas não aguento mesmo que jogaram uma menina de 5 anos do 6º andar de um prédio! Não aguento que duas mulheres torturavam uma menina de 12 anos... e ainda alegam que era pra educar. Não aguento que mães aqui do DF prostituiam suas crianças de 1 a 5 anos de idade pra comprar drogas... com "cliente" regular de mais de 70 anos.
Mais tarde são essas crianças... as que sobrevivem... que não vão saber lidar com suas próprias vidas. Mais tarde são elas que vão ter problemas e ser chamadas de doentes.
Eu já atendi uma mãe que falava que seu filho era problemático, agressivo, que não ligava pros estudos, que tinha problema mental e tal. Ele tinha medo de falar comigo, então era mesmo agressivo e não falava nada com nada. E foi falando com uma pessoa que convivia com os dois (que foi a pessoa que levou o menino para a terapia) que eu descobri que a mãe, a coitada da mãe de um menino problemático, levava um homem diferente a cada dia pra casa. E que uma das tarefas do menino, antes de ir pra escola, era arrumar a casa, o que incluia catar camisinhas usadas e garrafas vazias. Legal, né?
Eu fico sem saber até o que falar... Qual a solução? Tem alguma?
Origem eu sei que tem. Justificativa, certeza que não.

sábado, 22 de março de 2008

Ai caramba!

Não existe consolo!
Não existe!!! Se até refrigerante DIET engorda!
Entre outras coisas, a sacarina do adoçante do refrigerante diet dá uma louca no nosso corpo, que faz com que a gente coma mais e, aparentemente, mais doces que comeríamos normalmente, por um motivo injusto qualquer lá.
Pense... se o problema tá no adoçante, então não é só o refrigerante diet, mas tudo que tem sacarina... inclusive o cafezinho com zero cal.
Que droga! Muito que droga!

sexta-feira, 21 de março de 2008

Fim dos tempos...

Tinha que ter um estudo. Um estudo bem sério sobre o que está acontecendo com o mundo.
Se bem que posso estar me enganando... condenando o presente e romantizando o passado... já que, realmente, bizarrices sempre existiram.
Trânsito já é estressante por si só; já é estressante sem ajuda de terceiros. Mas todos os dias encontro terceiros, quartos e quintos, que tentam fortemente contribuir com a piora do estresse no trânsito. O de hoje quis superar todos os outros!
Hoje que é um dia santo, um feriado; um feriado numa sexta-feira que faz com que essa cidade se torne um deserto... por tanto, não há trânsito. Medalha de honra ao mérito dos FDP's: a gente nem tinha saído do condomínio. Se estou dirigindo e um carro para na minha frente sem nenhum motivo aparente, sem nenhum movimento de desembarque, trancando a passagem, é compreensível que eu dê um toque na buzina pra avisá-lo de minha presença e intenção de passar, certo?! Pois o digníssimo motorista da frente achou que não, e gritou algo indecifrável, mas claramente agressivo. Suficiente para tira xuxu, que estava sereno tadinho, do sério... xuxu é lindo. Muito lindo. Demais de lindo da conta. ai ai. (Xuxu ditou as 3 últimas frases)
Não se pode buzinar... buzinar ofende.
Ninguém mais dá passagem; ninguém usa a seta direito; ninguém mais aguenta andar 10km/h a menos que a velocidade permitida. Barbeiragem até merece reclamação... entendo mesmo... mas hoje, barbeiragem é imperdoável, é pedir pra ter 10 gerações amaldiçoadas. Batida, além de prejuízo pelo carro, pode te custar alguns dentes, saindo barato.
Eu que já não era mesmo de manifestar publicamente minhas reclamações no trânsito, ficando com medo até de dar aquela balançadinha de cabeça... sabe-se lá!
Sei que tá demais...
"As nações, como os homens, morrem de imperceptíveis descortesias" Jean Giraudoux

quinta-feira, 20 de março de 2008

Noite de debate, pipoca e chocolate!

Ontem fui a uma video-discução ou cine-debate ou qualquer outro nome que sugira assistir um filme e discutir sobre ele depois, no CPHB (centro de psicologia humanista de Brasília). Digo que foi muuuuuuuuito bom esquecer um pouco as apostilas de concurso e me concentrar só na psicologia.
Assistimos "Quando Nietzsche Chorou". Eu tentei ler o livro, mas não consegui terminar. Achei cansativo. Achei Breuer (Bróier) um bobão tarado no livro. No filme, ele é mais bobão.
Não é um filme que recomende pra todos como um bom programa de distração... mas pra psicologia tem coisas boas pra discutir. Não exatamente a história do filme, mas como alguns assuntos foram tratados, e como outros foram pouco explorados pra manter o romantismo, a moral e o "final feliz". Afinal, o autor não estava interessado na gente, mas no público geral.

O filme é ficção... Joseph Breuer é pouco conhecido... e Nietzsche é Nietzsche.

"Tu dizes eu e orgulhas-te desta palavra. Mas há qualquer coisa de maior, em que te recusas a aceditar, é o teu corpo e a sua grande razão; ele não diz Eu, mas procede como Eu. Aquilo que a inteligência pressente, aquilo que o espírito reconhece nunca em si tem o seu fim. Mas a inteligência e o espírito quereriam convencer-te que são o fim de todas as coisas; tal é a sua soberba. Inteligência e espírito não passam de instrumentos e de brinquedos; o Em si está situado para além deles. O Em si informa-se também pelos olhos dos sentidos, ouve também pelos ouvidos do espírito. O Em si está sempre à escuta, alerta; compara, submete; conquista, destrói. Reina, e é também soberano do Eu. Por detrás dos teus pensamentos e dos teus sentimentos, meu irmão, há um senhor poderoso, um sábio desconhecido: chama-se o Em si. Habita no teu corpo, é o teu corpo. Há mais razão no teu corpo do que na própria essência da tua sabedoria. E quem sabe por que é que o teu corpo necessita da essência da tua sabedoria?" Friedrich Nietzsche, 'Assim Falava Zaratustra'

segunda-feira, 17 de março de 2008

Filmes?!

É, 3 fins de semana com filmes fréun, fréun, féééuuuunnnn!
O primeiro até que nem tanto... Quem vai assistir "Rambo IV" tem que saber que vai receber Rambo IV!!! Então...
(Recomendação: se sua companhia para o filme realmente gosta de filmes do Rambo, evite rir das partes mais previsíveis, como explosões de corpos e um homem de 70 anos matando todo mundo! Bom, no meu caso não deu certo!)
O segundo foi "10.000 a.C.", que não é um filme ruim, mas tá longe de ser o que poderia. É só isso que posso dizer, porque o resto é mais implicância minha mesmo. Que fique assim, "Apocalipto" tem o mesmo estilo, e é bem melhor.
E o de ontem, "Ponto de Vista". E com esse não tenho nenhuma vergonha de implicar. É um filme do tipo "os EUA são Foda!"... e são assim desde os tempos de Reagan. Carro com americano dentro é indestrutível. Americano dentro de carro destruído é imortal! Bater, capotar, levar tiro, explodir, não dói, não dói e não dói. Americano é bom, e o resto se não é ruim, é resto! Estresse pós-traumático de herói americano se cura com mais trauma. E assim vai...
Será que eu assisto "Jumper" ou tento quebrar o ciclo??? Huuummmm...

domingo, 9 de março de 2008

Cativa-me


"- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto..."*
Cativar... mais uma coisa que a gente não sabe bem como acontece. Eu nunca consigo lembrar em que momento minhas amizades começaram. Porque teve algum... elas não brotaram simplesmente. Eu chego a me surpreender quando percebo que cativei alguém. É um dos melhores sentimentos...
E é perigoso cativar...

"- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa..."*

Porque ao cativar outra pessoa, somos carregados de valor. A partir disso, tudo que fazemos tem um significado maior na vida das pessoas... Nunca se espera um golpe de alguém que nos cativou... Qualquer mesquinhez, qualquer palavra mal usada atinge gravemente.
Pena que pisamos mais naqueles que sabemos que estarão sempre lá. É mais fácil maltratar alguém que está realmente cativado. A gente acha que elas entenderão e perdoarão...
Eu sei. Mas nem sempre.

*Antoine de Saint-Exupéry - O Pequeno Príncipe

Ah, o pequeno príncipe... outro livro que pensam que é para crianças. É grande sabedoria em linguagem simples... e só. E muito!

sexta-feira, 7 de março de 2008

No meio daonde?!



Essa coisa de caminho do meio é a coisa mais difícil do mundo!
Quem conseguir seguir o caminho do meio, por favor, me ensina... vai ser meu ídolo pra vida!

A vida deve ser organizada, mas devemos saber que está sujeita a imprevistos... o que caracteriza imprevisto e o que caracteriza sabotagem na rotina?!
Pode-se comer de tudo, mas com moderação... o que é moderação?! 1 é pouco, 2 é bom e 3 é demais?!
O casal deve ter sua vida individual respeitada... mas o que fazer quando um está se achando "individual" demais?! E como saber o que é individual demais???

Tem quem ache que consegue equilibrar... eu não conheço ninguém que me sirva de exemplo pra isso. A vida tem sido muito 8 ou 80... e passa de 8 pra 80 numa velocidade impressionante. De deixar qualquer um perdido.

O mundo tá bipolar!

E as cobranças não param...

quarta-feira, 5 de março de 2008

A-ê!

Adorei! Adorei mesmo!!!
"O embrião é o embrião, o feto e o feto e a pessoa humana é a pessoa humana. Não se antecipa à metamorfose dos outros dois organismos. Ninguém afirma que a semente já seja a planta, que a nuvem já seja a chuva, que a lagarta seja a crisálida, e a crisálida, a borboleta. Não há pessoa humana embrionária".
Ministro Ayres Brito - relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei de Biossegurança .
Eu tava assistindo, e ele falou uma coisa boa pra complementar, mas me perdi na empolgação e esqueci!
Obviamente, ele votou improcedente a ação...
O Ser Supremo - ministra Ellen Gracie - seguiu o relator!
A religião que me perdoe, mas...

Hum... interessante.

Tenho que pesquisar mais sobre codependência...
Tenho a impressão de que ela está logo ali na minha história!
Na minha história, eu disse... não necessariamente em mim.
Pode ser que eu tenha escapado.
Pode ser, eu disse!


E ainda:

"Responsabilidade: um fardo descartável e facilmente transferido para os ombros de Deus, do Destino, da Sina, da Sorte, ou do nosso vizinho. Nos tempos da astrologia, era comum descarregá-lo para cima de uma estrela."
"Dicionário do Diabo" - Bierce , Ambrose


E adorei (apesar dela ter, finalmente, me feito sorrir!):

sábado, 1 de março de 2008

Vítimas determinadas

Responsabilidade. Engraçado como a maioria dos problemas é relacionada a fuga da responsabilidade.
Tudo que acontece conosco é de nossa responsabilidade. Não porque escolhemos conscientemente o que acontece, claro que não. Mas, de certa forma, permitimos que aconteça.
Na faculdade falavam mal do behaviorismo, mas eu sempre entendi sua forma prática. Sempre entendi que não existe livre-arbítrio; pela teoria não existe. E entendo exatamente da mesma forma que entendo a sistêmica. Por ela, se formos pensar, também não existe livre-arbítrio.
Não falando do livre-arbítrio pelo conceito religioso! falando do livre-arbítrio no sentido de uma liberdade de ação, de uma ação movida apenas pela vontade.
Pelo behaviorismo, nossas ações são movidas por estímulos exteriores antecedentes. E "respondemos" a esses estímulos - nos comportamos - de forma modelada. A modelagem vem das experiências gratificantes que tivemos. Num prédio de 10 andares, para alguém que desenvolveu fobia de altura, é gratificante se afastar da janela. Então é bem provável que repita esse comportamento sempre que estiver em lugares altos (exemplo simples)... não motivado por sua vontade.
Na sistêmica, todo um grupo age como se fosse uma máquina. A ação de um afeta a ação do outro. É como se o estimulo (do behaviorismo) viesse das relações, do comportamento do outro, da forma como o outro afeta o nosso ambiente, do que o outro espera de nós, do papel que temos nesse sistema. Quando estamos inseridos no sistema, dificilmente percebemos que estamos sendo movidos por ele.
Se somos o filho bom, vamos agir sempre como o filho bom. Se somos a ovelha-negra, idem. É o que esperam de nós. E não nossa vontade! Não é livre-arbítrio.
Aí, entra a responsabilidade. Bem aqui.
Vitimização é fuga da responsabilidade. É culpar os outros e o mundo por nosso sofrimento. É agir de forma modelada.
É pela responsabilidade que controlamos nossas ações. E é difícil ter responsabilidade. É preciso se conhecer, saber o que te move. É preciso afastar os estimulos das nossas escolhas. É agir diferente do que foi modelado. É preciso ser mais egoísta para ser responsável... egoísta no que diz respeito a deixar de só atender as expectativas dos outros; a deixar de cumprir o papel que estabeleceram. É preciso sair do automático. Reagir, com consciência, muda a forma como o sistema opera.
Responsabilidade é pessoal e intransferível.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Dias de fúria!

Beeeeemmmm que eu vi que tinha alguma coisa estranha.
O mundo não podia estar contra mim... o tempo todo.
Eu, que sempre fui mais pra garota propaganda do Ford Fiesta - Tudo bem! - me tornei uma bomba descontrolada! Ataques de fúria e/ou choro, pelo menos uma vez na semana, por motivos... sem motivos! Aliás, sem motivos exteriores, mas por causa dos hormônios!
Um comprimidinho tão pequenininho pode fazer tanta coisa quando não combina com seu corpo!
E eu ainda não achei um que combine! Tô tentando o 4º agora. Vamos ver os efeitos!
A noção do descontrole me fez querer ser uma pessoa mais zen. Na mesma medida do ambientalismo, nunca fui zen. Sempre fui calma e paciente, mas nunca zen. Aí, quis aprender sobre meditação... e vi que faz muito bem meditar... e tentei. E depois de 5 minutos me achei meio besta e parei. E depois, me senti besta por me sentir meio besta e não ter tentado por mais tempo.
Ainda não tentei... mas como minha melhor parte esses dias tem sido a motivação - que brotou finalmente, e me levou a comprar uma agenda (já que meu palm morreu), e tem feito com que eu levante às 7 da manhã e tenha meu dia resolvido até 12h, para então usar a tarde para o que realmente preciso - e como não existe o acaso, e textos como esse têm surgido na minha frente, vou tentar-tentar de novo.
"O estudo mostrou que as áreas relativas à memória, como as de atenção e tomada de decisões, são mais espessas anatomicamente nos que praticam a meditação"... Eu adoraria que essas minhas áreas fossem mais espessas anatomicamente!

Créééééuuuu!

Até que o CRÉU serviu pra alguma coisa...

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Informação. E informação.

Ontem assistimos a dois documentários... "A marcha dos pingüins" e "Uma verdade inconveniente". Bem bons!

O dos pingüins é lindo e triste ao mesmo tempo. Conta das marchas que os pingüins realizam pra se reproduzir e cuidar do filhote depois. Tem narração do Antônio Fagundes, Patrícia Pilar e uma criança não reconhecida por mim. É lindo por tudo que eles fazem, e é triste pelas adversidades que eles enfrentam.

É triste, na verdade, pra pessoas que nem eu, que não conseguem encarar cadeias alimentares ou seleções naturais!

"Uma verdade inconveniente" é sobre o aquecimento global... E como a gente sempre soube que isso ia acontecer e nunca fez nada! Ele mostra que aquilo que a gente finge que não vai acontecer, já está acontecendo há tempos. Dois tornados no sul, seca na Amazônia, estações totalmente indefinidas, chuvas exageradas, calor exagerado.

Mas o mais importante é ele (Al Gore) colocar bem claro que daqui a 50 anos, estaremos aí (vivos realmente, ou com filhos e netos) vivendo uma situação irreversível e insuportável. 50 anos é pouco!

Nunca fui ambientalista... Não jogo, nem gosto de quem joga lixo no chão - mas não faço coleta seletiva; Só uso álcool no carro - mas dirijo pra tudo que é lugar; As lâmpadas de casa são todas econômicas - mas vejo TV e uso o computador ao mesmo tempo, debaixo de um ventilador de teto ligado! Enfim, nunca fui ambientalista... Mas vendo um documentário como esse você pensa até em começar a lavar o potinho do iogurte antes de jogar no lixo seco.

"Ah é! Vai gastar 1L d'água pra lavar um pote de iogurte!"... É verdade... E agora?!

Vendo um documentário como esse, você vê que precisa se informar sobre a melhor forma de agir pra diminuir sua contribuição ao aquecimento global. E agir de fato.

E olha esse pôster!!!! Quê coisa!!!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Filme eterno!

Aiai...
Depois de 50 mil anos, "A história sem fim" ressurgiu na minha vida. Sempre adorei esse filme! Nem sei quantas vezes eu vi quando era criança... Sei que foram várias porque ainda lembrava dos diálogos quando o vi por agora. Vi primeiro em casa, sozinha... e de cara foi estranho. Antes o filme era maior, mais emocionante... Artax demorava horas pra afundar no pântano da tristeza e o lobo dava medo.
Agora o filme durou só 94 minutos, Artax morreu em 1, e o lobo é mal feito!
Da segunda vez, sábado, vi com a "Bailairina"! Fez toda a diferença. A "Bailairina" me fez perceber o que faltava no filme... infância! "Bailairina" é mestre, do alto de seus 5 anos! "Bailairina" não faz mais balé, ela agora nada.... mas ainda é balairina, nem que seja da Madonna do DVD da mãe dela!
Dessa vez sim, o filme foi emocionante de novo. O "do Nada" quase nos pegou. Foi um sofrimento a morte do Artax! E o lobo foi assustador!
Aí, eu fui ver que a estória do filme é mesmo muito boa! Acho que só adulto entende o que é o Nada que quer apagar Fantasia!
Só dessa vez eu fui entender porque o Atreyu, que era pra ser um guerreiro adulto, no filme era uma criança. Ele era o reflexo do menino que tá lendo o livro.
E acho que não tinha filme melhor pra eu assistir no sábado!
Quando digo... tem que ter alguma coisa que fala com a gente! Tem que ter!
Meu Nada ainda tá aqui... E eu tô tentando dar outra identidade pra Imperatriz já-não-menina!
Acho que vou ver de novo, pra tentar pegar outras lições...
O pântano da tristeza, em que só afunda quem se deixa abater é uma ótima!

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Fake it 'til you make it...


Você passa anos construindo um muro. Um muro, com janelas bem pequenas que mostram um pouquinho do que tem dentro, mas que ainda esconde seus segredos. Eu achava que sabia esconder meus segredos. Eu achava que ninguém perceberia. Ninguém percebia. Ninguém nunca percebeu. Eu achava que sabia contar minha estória de um jeito tão bem contado que seria impossível duvidar dela. Até eu acreditava! Eu achava que era mesmo aquela pessoa.
Mas ele viu tudo. E me contou o que sabia. E eu, só pude reconhecer a verdade.

Doeu ver meu muro caindo.
Desde quando ele sabe?
Será que só ele viu?
Será que os outros também sabem?
E agora que eu sei que ele sabe?
E agora que eu sei?
Eu sempre soube, eu acho... mas não via.
Eu controlava minhas janelinhas com tanto cuidado...
Meu muro era tão forte e alto...
Minha personagem tá fragiliazada. Abalada. E não vou conseguir fazer com que seja a mesma. É impossível ela voltar a ser a mesma... sua estória já não cola mais. Pelo menos não com ele.
Agora, meu segredo já não existe... dentro do meu muro não tem mais nada. Absolutamente nada!

Não sei se ele percebeu o que fez, me contando.
Não sei se ele vai saber encarar o nada que ficou.
De certa forma eu estou aliviada... de outra, eu tenho medo. Medo do que vai ocupar esse nada.


"You can fool some people sometimes, but you can't fool all the peolpe all the time".

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vó, vô... eu entendi!

Entendo pessoas que se prendem tanto a médicos e doenças e tratamentos. Normalmente pessoas mais velhas, aposentadas, que não têm mais grandes obrigações rotineiras. Doenças são concretas; são preocupação... ocupação, enfim, ainda que "pré". São assunto; são a resposta pra pergunta: "como está?". Médicos... consultas médicas, são compromissos. É um evento em que sua presença é fundamental. É um horário marcado exclusivamente para você. É atenção focada em você por uma hora! Médicos são pessoas que elogiam: "A senhora está ótima Dona Fulana!". Pessoas que se preocupam; que se interessam. E tratamentos são metas; envolvem rotina, organização e, às vezes, o cuidado de terceiros.
Entendo.

Mas enfim...
Já não estou tão deformada. Minha cicatrização está ótima. Minha higiene também. Pontos se vão no dia 20 (e são a pior coisa).
Meu cuidador está bem feliz com minha recuperação acelerada... agora ele volta a ser o "cuidado" (mea culpa, mea maxima culpa).
Depois de uma pizza ontem... pra descontar os dias de comida pastosa... volto ao pão com ricota!
E nutricionista segunda, pra rever a dieta.
Estou com outra "preocupação", envolvendo outra especialidade médica, mas não vou comentar... ainda não estou na fase de tornar tudo um assunto.
Contradição da frase anterior -> Meu guarda-roupa que antes mofava, agora deu bicho. Um bicho bem pequeno que não sei se é cupim. E que não sei se veio do guarda-roupa, ou pra ele, ou dos cabides de madeira que compramos... porque cabides de madeira são os ideais para manter as roupas em bom estado.
Continuando a saga dos concursos... domingo vai ser um dia longo e cansativo!
Ainda bem que ele tem ótimas chances de acabar num bar.
Liberdade: "Te contei que meu pai foi ao médico?" Mafalda: "Ao médico?" Liberdade: "Sim, para ver se lhe receitava algumas pílulas ou algo contra seu cansaço, intranquilidade, preocupação, nervosismo, desequilíbrio e ansiedade. Mas, segundo o médico, ainda não inventaram nada contra a normalidade."

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Juno

É um filme que eu nem reparei quando entrou em cartaz.
Quando xuxu me chamou pra ver, preferi assistir "onde os fracos não têm vez" - porque tinha Javier Bardem no papel "principal", e ele é muito bom e tal e tal - que acabou sendo o filme mais sem lógica que eu já vi na minha vida! Nem "ponto de mutação" perde pra ele! E eu achava que "Juno" era mais um filme de adolescente grávida, no estilo "Galera do mal" que é bom, mas não é novidade. Só que... vi um programa de tv que falou do filme e entrevistou as atrizes e a roteirista, Diablo Cody (ex-stripper e operadora de telesexo). Aííí, eu agora quero muito assistir "Juno"! Porque é o primeiro roteiro que a Diablo Cody escreveu... então, deve ser novidade; e pelas cenas que vi, parece ser bem engraçado, sarcástico. A atriz que faz a Juno é boa (a menina má.com), o garoto de quem ela gosta, pai do bebê, é bom (o Evan de "superbad" - outro filme bom!), Jennifer Garner foi boa em "de repente 30"... e o resto eu não conheço.
O Trailer:


Meus dramas não são sempre dramas!

As pessoas acham que eu gosto de ficar doente.
Eu não gosto de ficar doente. Eu gosto justamente de prevenir, ou tratar logo as doenças. Eu vou a médicos!!!
Eu vou tirar o siso amanhã, e sim, quero ler o panfleto sobre os cuidados que devo ter... quero saber em que altura o meu travesseiro tem que ficar... e acho que quem vai "cuidar" de mim tem que saber isso também! Eu não tô adorando que vou ter cirurgia amanhã... Eu só quero saber tudo que deve ser feito pra não virar o homem-elefante!
Comida não me preocupa... já percebi que não será problema... "flan, danete e sopa de letrinhas". Pode ser que por isso eu pareça a Dona Redonda no final.
E tenho que marcar as horas da medicação... porque são 3 remédios, um antibiótico, um antiinflamatório e um analgésico, que devem ser tomados cada um num horário diferente! Vai ser um saco controlar isso!
Posso estar exagerando... mas pode ser que não uai! Nunca tirei o siso!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Dia da Não-Violência

A História da Não-Violência

(Parte 1)


(Parte 2)

(Parte 3)


(Parte 4)



(Parte 5)