quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Vó, vô... eu entendi!

Entendo pessoas que se prendem tanto a médicos e doenças e tratamentos. Normalmente pessoas mais velhas, aposentadas, que não têm mais grandes obrigações rotineiras. Doenças são concretas; são preocupação... ocupação, enfim, ainda que "pré". São assunto; são a resposta pra pergunta: "como está?". Médicos... consultas médicas, são compromissos. É um evento em que sua presença é fundamental. É um horário marcado exclusivamente para você. É atenção focada em você por uma hora! Médicos são pessoas que elogiam: "A senhora está ótima Dona Fulana!". Pessoas que se preocupam; que se interessam. E tratamentos são metas; envolvem rotina, organização e, às vezes, o cuidado de terceiros.
Entendo.

Mas enfim...
Já não estou tão deformada. Minha cicatrização está ótima. Minha higiene também. Pontos se vão no dia 20 (e são a pior coisa).
Meu cuidador está bem feliz com minha recuperação acelerada... agora ele volta a ser o "cuidado" (mea culpa, mea maxima culpa).
Depois de uma pizza ontem... pra descontar os dias de comida pastosa... volto ao pão com ricota!
E nutricionista segunda, pra rever a dieta.
Estou com outra "preocupação", envolvendo outra especialidade médica, mas não vou comentar... ainda não estou na fase de tornar tudo um assunto.
Contradição da frase anterior -> Meu guarda-roupa que antes mofava, agora deu bicho. Um bicho bem pequeno que não sei se é cupim. E que não sei se veio do guarda-roupa, ou pra ele, ou dos cabides de madeira que compramos... porque cabides de madeira são os ideais para manter as roupas em bom estado.
Continuando a saga dos concursos... domingo vai ser um dia longo e cansativo!
Ainda bem que ele tem ótimas chances de acabar num bar.
Liberdade: "Te contei que meu pai foi ao médico?" Mafalda: "Ao médico?" Liberdade: "Sim, para ver se lhe receitava algumas pílulas ou algo contra seu cansaço, intranquilidade, preocupação, nervosismo, desequilíbrio e ansiedade. Mas, segundo o médico, ainda não inventaram nada contra a normalidade."

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