quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Dia da Não-Violência

A História da Não-Violência

(Parte 1)


(Parte 2)

(Parte 3)


(Parte 4)



(Parte 5)

E amanhã?


Sabe que relacionamento tem mais chance de dar errado?! Aquele que a gente tem certeza de que é pra vida toda.

Porque a gente não dá importância pro que é "pra vida toda".

Tendo certeza de que é pra sempre, as coisas podem ficar pra depois. Se é pra sempre mesmo, não importa o modo como eu trato o outro... amanhã ele tá aí também.

Pra mim, a fórmula é saber que nada é pra sempre. É saber que hoje ele tá aqui, mas que amanhã não é certo. Porque assim, eu consigo estabelecer o que é importante. Porque assim, fica mais leve. Fica mais leve porque acaba o medo de perder... o fim deixa de ser uma derrota, e o continuar junto passa a ser uma escolha de todos os dia.

A incerteza também te faz ser mais dedicado... te faz pensar melhor no que falar e em como agir. Não como numa estratégia pra convencer o outro a ficar... mas numa demonstração de respeito, numa atitude de preservação do que existe. Amor é fundamento. Só que nem o maior amor do mundo aguenta coice todo dia. Aquela coisa Love Story de "amar significa nunca ter que pedir desculpa", na minha opinião, é a coisa mais furada que se pode pensar.

Sabendo que estar junto, continuar junto, é uma questão de escolha, fica tudo mais sincero. E nada melhor que reconhecer no rosto do outro, deitado do seu lado, antes de dormir, uma resposta igual a sua... amanhã estaremos aqui.



segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Tadinho do Hassan!

Não foi hoje! Não tirei meu dente... só depois do carnaval. Hoje foi uma explicação do que vai ser no dia. Várias orientações e uma olhadinha na radiografia. Já nem dói mais... então, tudo bem!

Fui ver O Caçador de Pipas no cinema! Bom!

O que era o Hassan?! Chorava toda vez que ele aparecia! "Por você, faria isso mil vezes!"... que arrepio que deu! Ele só não foi mais perfeito porque não tinha jeito. O Hassan do livro tinha lábio leporino (sorria mesmo sem querer). O do filme sorri o tempo todo... até que... sabe...

O Amir também foi bem... mas não deu a mesma raiva que o do livro. No filme ele aparece mais inocente, mais criança que faz as coisas sem pensar. No livro ele se justifica... aí dá raiva! É uma história muito humana... dá raiva das fraquezas dele, dos vícios de humanidade.

Pra quem leu o livro sempre parece que faltou alguma coisa. Acho que pra cada um a história marca por momentos diferentes. Pra mim ficou faltando a história das mães deles. Ficou faltando Rahim Kahn falar que sabia do segredo do Amir, antes de contar o dele. Ficou faltando tudo do Sohrab depois que ele saiu de onde estava até chegar nos EUA.

Mas de todo, o filme ficou bem contadinho. Quem não leu o livro pega uma história completa, sem furos.

Chorei feito criança, e recomendo: lenço de papel na bolsa!!! Bastante lenço de papel!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Coadjuvante, pobre bom coadjuvante.

Há um tempo conversávamos sobre filmes bons e como alguns atores são ótimos coadjuvantes sempre... como o carcereiro do Meu Nome Não é Johnny... de quem eu não sei o nome. Até procurei no site do filme agora, e não tem o nome dele na parte do elenco. Afinal, ele é um coadjuvante.
É engraçado... o Luiz Carlos Tourinho sempre foi coadjuvante... e aí, fica até triste... continua sendo. Tudo bem que ele ainda aparece na novela... mas ele morreu de verdade verdadeira, ué! Tanto quanto Dora Bria, Heath Ledger e Brian, filho de Sheila Carvalho. Só que ninguém mais fala disso...
Enfim... foi só um comentário.
Não sei de nada de Dora Bria.
Quero ver o filme novo do Batman só por causa do Coringa (Heath Ledger)... o trailer justifica.
Não acho justo o próximo filho de Sheila Carvalho também se chamar Brian, em homenagem ao primeiro... o bichinho merece uma história livre, com as espectativas referentes a ele e só a ele... nem foi feito e já tá amarrado à história do irmão.
E o Tourinho... foi só um comentário.
Vou ler meu livro!!!
Amir me espera... e Soraya, e o filho do Hassan, que eu já sei que existe por causa do trailer do filme (que eu quero muito muito ver)!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

There's a party in my tummy, so yummy, so yummy...

Nada como a perspectiva da fome para motivar uma pessoa...

A partir de hoje (na verdade deveria ser "a partir de" sexta, mas ha ha ha... sexta não é dia de se começar nada), estou de dieta... não é reeducação alimentar, ainda... é dieta de fome mesmo! Não é desatino meu também... é fome prescrita por nutricionista. Vai durar 1 mês. Depois deste 1 mês, reeducação alimentar.

A idéia é que eu perca uns 3Kg nessa dieta, pra depois perder o resto com calma... 12 - 3 = 9... perder em torno de 9Kg com calma. Disse em torno de, porque "não garanto que você volte a pesar X, até porque, com o TEMPO, nossa estrutura muda e ganhamos peso naturalmente, você sabe..."

Eu não vou falar dele de novo...

Mas então... agora eu tenho que pensar mais em outras coisas. Não que eu só pense em comida... mas se te falam NÃO PENSE EM UMA MAÇÃ, no que você pensa?!?!

Vai ser, sendo otimista, uma experiência de desapego alimentar!


quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

25% OFF

Não tirei meu siso... tá marcado pra daqui uns 10 dias. Pra dor, Tylenol. Mas a dentista disse que sou bem limpinha. Quase não tinha tártaro, e nenhuma cárie aparente. Interessante, né?!

Voltando a falar de tempo, crescimento, e tal... Eu não consigo me encontrar com minha idade. Eu não vi o tempo passar, e agora sinto como se não tivesse tirado proveito dele.

Acho que essa vai ser minha questão esse ano.

Eu não me vejo no lugar de uma pessoa de... vai, 25 anos, já que é daqui a pouco. Pelo menos não no que eu imagino que uma pessoa de 25 anos deveria ser, ou ter, ou fazer. Talvez eu espere demais de uma pessoa de 25 anos... talvez eu tenha feito pouco nesses 25 anos.

Estarei na crise de 1/4 de idade????

Pensando assim, em fração, já me sinto melhor... 1/4 é bem pouco.

Ainda assim... gostaria de me ver por fora. Sempre quis. Sempre quis ser outra pessoa por um dia, mas outra pessoa que coexistisse comigo "eu mesma"... porque queria ser outra pessoa pra ver como "eu mesma" sou... sempre quis saber como os outros me percebem, mas vendo como eles, e não ouvindo deles.
E agora, bem agora, o que eu queria perceber vendo de fora é se eu sou uma pessoa de 25 anos bem ajustada com a idade que tem.

Não concordo com essas coisas de ter 60 anos e se comportar como se tivesse 20. Ser uma pessoa bem cuidada é uma coisa... ser uma pessoa retardada é bem diferente.

QUER VER PORQUE ACREDITO EM ALGO ALÉM DA CONSCIÊNCIA?!?!

Acabei de lembrar que já li alguma coisa sobre ser, hoje, alguém diferente do que se imaginava no passado... ou algo assim.... e é esse texto aqui... que eu vou ler de novo, pra ver se me encontro com o agora pelo menos, e se deixo o tempo em paz.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Balela!!!

Tenho abuso de quem fala: "só me arrependo do que não fiz!"... Que frase mais imbecil.
Quem nunca se arrepende do que fez, não cresce. Porque arrependimento é saber que o comportamento que se teve não deve ser repetido. A culpa é que não serve pra nada. É inevitável sentir culpa, mas carregar culpa só faz mal. Nos tornamos vítimas de nossas culpas... nos acomodamos nelas. O arrependimento não. Arrependimento ensina. Por isso, é melhor falar: "me arrependo de muita coisa".
Eu me arrependo de muita coisa, e se pudesse voltar, sei que não faria nada diferente. E não carrego a culpa por nada, porque agi da única forma que fui capaz de agir em cada momento.
Ainda bem que meus erros nunca foram muito grandes.
E pra quem fala e se gaba de que não se arrepende de nada: que nasçam seus sisos!

Droga de siso

Tô com dor... muita dor. Tô com pena dos bebês que estão com os dentes nascendo. Entendo perfeitamente a chatura deles nessa fase...


Dentista só amanhã. Arrancar, sabe-se lá quando. Tomara que logo.


É, sou manhosa... reconheço... mas não é manha!!! Sério... dói muito. Dá um mal-estar muito grande. Dá dor de cabeça e enjôo... fica latejando. Fora que eu tô me mordendo o tempo todo quando como.



Droga de droga de siso.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Vai chamar a Mimosa???

Má que coisa é o tempo! (O tempo e eu temos que ter uma conversa...)
Ontem fui a um barzinho ver uma amiga, de uns 15 anos de amizade, que aniversariou. Nos conhecemos na 5ª série... Não nos falamos sempre, mas nunca perdemos o contato, nem a familiaridade... sempre parece que nos vimos "ontem".
Deu uma louca nela de chamar todo mundo, que possível, da época da escola na hora... mas deu certo, e pessoas antigas, muito antigas, foram. Das que eu ainda tenho contato, além da internet, eram só 2 que vejo em aniversários e "combinadas" que por acaso dão certo.
Foi engraçado ver como as pessoas não mudaram nada, e mudaram tanto também. Eu que achava que sempre fui constante, sempre a mesma pessoa, não fui reconhecida por pelo menos 3 pessoas que me viam todos os dias, por mais ou menos 8 anos de estudo... e ainda descobri que era percebida como uma pessoa grossa!!!
"Eu, grossa? Sério?! Quando??? Com você?!"
"Não sei como, não lembro... mas lembro que você era grossa!"
"Sério?!.. Eita!"
Aí, tem as histórias de quem é pai, de quem casou, de quem é gay, de quem todo mundo achava que era mas não é, de quem botou silicone, de quem tá rico, de quem tem doenças esquisitas, de quem é corno, de quem passou pra que concurso, de aborto, de quem trabalha no que, de quem viu quem-aonde-fazendo o que...
E lógico, na hora de ir embora, a frase: "vamos combinar alguma coisa, então."
O melhor foi voltar a ter a identidade que só tenho com eles... aliás, é um grupo que criou identidade pra todos... os apelidos! Tem gente que nem tem mais nome... "Bruno? Que Bruno?Ah, tá... o morango". A peixe, o saci/vampeta, o bambu, o mentor, o chocolate, a espanhola, a baratão, o gabirú, o barba-azul, o poldão, a capacete, o pagode, o orestes, o jarbas, o dinei, o trouxa, a (que é o) mimosa, o cachorrão, o homenzinho, o murrinha... muuuuitos... e eu, a coração.
Foi bom! Foi bom ver que o passado se recicla, e tá sempre aí.
Foi bom conhecer velhos conhecidos.
E vamos combinar!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Eeeeeiiii...

...Você que manda no destino: o ano já mudou!

2008 ainda tá com cara de 2007... Não era pra ser diferente?!

Te dou até 25 de fevereiro pra decidir o que fazer de mim... Depois disso, vou estar velha demais pra acreditar em você.

Assim não dá! Desperdício pirotécnico...


(Contraditória, eu?! Tenho meus direitos!!!)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Highlander...

Então... foi muito ruim. Desde que ele tinha 13 anos a gente já falava no quanto ia ser ruim. E foi bem ruim mesmo. Foi horrível ouvir, por telefone, que ele ia. Foi horrível ir até lá pra vê-lo pela última vez. Foi pior ver como ele tava mal. Doeu muito, muito, passar a mão nele. Doeu de verdade, fisicamente.
Quem não gosta de bicho nunca vai entender... talvez dê até risada ao ver alguém chorando por causa de um cachorro. Acho que nem eu imaginava... sabia que ia chorar, e muito, mas nunca imaginei que fosse sentir dor. Dor no corpo todo.
"Você achava que ele ia viver pra sempre?"
PARECIA!!!


"Pingo Celso" - * 19/02/1991 + 06/01/2008

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Dê-me paciência, meu Papai Noel!!!!

Aiaiai... tenho que dar algum crédito aos que são contra Natal e festas desse tipo...
Eu AMO Natal... montar árvore, enfeitar a casa, entrar no clima cantando as musiquinhas no mercado - ainda que seja Simone "Forever" -, comer até quase estourar e tal e tal, como é de costume nessa época. Também AMO o sentimento de renovação do Reveillon, e de novo: tal e tal. Mas tenho que declarar que as felicitações obrigatórias não me agradam! Concordo com quem se revolta dizendo que, tendo o ano todo para ligar, desejar coisas boas, estar junto (melhor ainda: querendo estar junto), agradar, etc., porque tudo isso tem que ser obrigatório em algum dia? O pior é que isso me atingiu quando percebi que algumas pessoas próximas ficaram ofendidas por eu não ter ligado, ou não ter encontrado, ou não ter agradado... enfim...

Eu tirei mesmo o mês de dezembro pra fazer o que eu queria... atendi aos telefonemas que eu quis, fui aos eventos que senti vontade de ir, abri mão do que eu queria só pelo que eu achava bom (fora uns casos de falta de comunicação total, em que eu não tive muita escolha). Só que no meio disso, meu celular deu um pau qualquer com a antena da Sky e não dava sinal quando eu estava em casa... e isso fez com que eu perdesse alguns telefonemas, e/logo, alguns eventos. E sinto que isso ajudou a provocar algumas das ofensas acima citadas (ou pseudo-citadas).
Infelizmente, não posso fazer nada para reparar o dano feito.
O que posso fazer é me convencer a não ficar com abuso dos ofendidos... sim, estou tomando abuso de pessoas que exigem demais de mim.
Tive um ano beeeem complicadinho e simplesmente perdi a paciência (um pouco, ainda sobra muita). Mudei muito, cresci muito, revi muita coisa, entrei em reclusão (o dezembro/07) e estou em fase de reconstrução.

Pra quem não recebeu um telefonema ou uma visita de minha pessoa, temos 2008 inteiro pra nos ver e nos falar. E ainda tenho alguns presentes pra entregar, então: um ainda pode ser seu!!!