
Tá seco! Tá quente! Meu vasilhame de 20L tá fechado no chão e eu não vou tentar colocá-lo no lugar, pq quero ter 20L pra beber e não 15. Não dá vontade de fazer nada! Não dá vontade nem de pensar! A casa não para limpa, pq a poeira tá solta... a boca tá seca o tempo todo... a pele tá seca, não adianta se besuntar em hidratante! Quero chuva! Já nem fujo mais dos sprinklers do jardim do condomínio, que regam mais a calçada que a grama!
Calor castiga a cidade com temperatura de 32,4°C
Elisa Tecles
Do Correio Braziliense
O calor não deu trégua ao brasiliense na tarde de ontem. A temperatura máxima registrada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) na terça-feira foi de 32,4ºC, pouco menor que os 34,2ºC de segunda-feira. Apesar da queda, a sensação térmica ficou praticamente igual nos dois últimos dias, de acordo com o meteorologista do Inmet, Ricardo Reinke. “O vento está relativamente fraco e a umidade está baixa, isso contribui para o calor, por isso a sensação não mudou muito de um dia para o outro”, explicou. A previsão do Inmet para os próximos dias é de mais calor e baixa umidade. Hoje, a temperatura deve variar entre 17ºC, na madrugada, e 31ºC, por volta das 15h. O tempo ficará parcialmente nublado com névoa seca.
De acordo com as previsões do instituto, as altas temperaturas devem continuar, no mínimo, até o início do período chuvoso. Após quatro meses sem chuva, a cidade só deve voltar a ver água na segunda semana de outubro. “Já começou a chover perto de Anápolis (GO) e Unaí (MG), em áreas a menos de 100km de Brasília. Ainda podemos ter chuva essa semana ou na próxima, mas as chances são muito pequenas”, afirmou Reinke. Com esse fenômeno natural, a umidade relativa do ar tende a aumentar. Ontem, os níveis ficaram entre 27% e 72%.
O que está provocando a intensa estiagem, comum no inverno, é uma massa de ar quente e seca que cobre o Distrito Federal e bloqueia a entrada das massas úmidas. “Geralmente, vem umidade da Amazônia, que se encontra com as massas de ar que vêm do Sul e Sudeste e com parte da massa tropical atlântica, que vem do oceano”, detalhou a pesquisadora do Laboratório de Climatologia da Universidade de Brasília (UnB) Juliana Ramalho. Segundo ela, com a aproximação do verão, a tendência é que a massa quente comece a perder força e dê passagem à umidade.
É... fazer o que?! O jeito é esperar pra ver se daqui 3 semanas cai água nesse cerrado! Tá demais!!!