quarta-feira, 19 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Minha pós começou!

Já tem uma semana...

Tô bem animada... Aula de Psicofarmacologia, Neuropsicologia, reabilitação e psicologia da reabilitação e Dor até agora.
Tudo muito introdução nas aulas, mas bem pesado nas leituras...
Pra psicofarmaco eu tive que estudar muuuito pra conseguir ler o primeiro texto. Alguém saberia o que é monoaminoxidase? Pois é... e eu sempre uso monoaminoxidase como exemplo porque é uma das únicas palavras desse texto que consigo pronunciar sem ler. O ruim? É que o texto era pra hoje, mas o professor tá gripado e não foi dar aula. Ele é meio 'psico', mas é bom professor.
De Neuro e reabilitação (tudo aquilo é uma matéria só), ainda não li nada porque fica tudo na xerox e não tive ainda como pegar os textos. Os outros profs são mais informatizados e mandaram por e-mail ou fizeram cds.
E de Dor, já começamos com dois textos, um de 28 páginas, atrasados (que eram pra primeira aula mesmo), e tem mais 2 pra próxima.
Mas tá sendo bom... muito bom!
Já vi que vai ser uma coisa muito gostosa de fazer.
Quero sair de lá realmente especialista... boa de verdade.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Família

Desisti de falar de família...
Não tenho capacidade pra falar de uma coisa tão complicada!

Nem lembro mais porque que eu queria falar disso...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Reclamar e reclamar

Afinal, a gente tem mais é que reclamar ou tem que parar de reclamar de tudo?
Porque as duas opções fazem sentido...
A gente tem mais é que reclamar daquilo que nos incomoda. Tem que reclamar dos abusos do poder público, das injustiças sociais, da má condição das vias públicas, do condomínio que cobrar taxas altas e até dos vizinhos que não cumprem a lei do silêncio (entre outras várias coisas grandes e pequenas que nos atrapalham). Maaaassss...
Será q a gente tem que reclamar de tudo o tempo todo?
Há muito tempo eu vi uma entrevista com um padre americano que era contra as reclamações. Ele dizia (e eu concordo) que reclamar vicia... que é um hábito que vamos adquirindo e não conseguimos nem mais perceber se estamos reclamando de algo que vale realmente a pena. Ele criou uma pulseira, estilo aquelas de plástico que defendiam campanhas importantes do câncer e tal; só que a dele era pras pessoas lembrarem de não reclamar.
Funcionava assim a coisa da pulseira: a pessoa colocava a pulseira no braço direito, por exemplo, e tinha como objetivo manter a pulseira nesse braço por 21 dias (número de dias para se criar um novo hábito - se não me engano, porque isso realmente existe)... só que a cada reclamação, pequena ou grande, a pessoa deveria trocar a pulseira de braço e começar a contagem dos dias de novo.
Depois de ver isso, eu tive vontade de dar pulserinha pra várias pessoas! Inclusive pra mim... umas 2 até pra mim.
No fim, acho que assim, é um saco ficar ao lado de quem só reclama, e reclama de tudo... ou pior, reclama da mesma coisa há vários anos! Mas o problema não estaria no reclamar em si, e sim no reclamar passivamente... no reclamar sem ação.
Se o copo está em cima da cômoda já tem 3 dias e te incomoda, por favor não reclame mais, retire o copo!
Se tal político quer transformar seus colegas numa raça especial de cidadão, até reclame, mas não vote mais nele... ou em quem o mantenha num poder paralelo.

E assim vai... e vale pra tudo e qualquer coisa, e pra toda e qualquer pessoa.
Se não for fazer nada pra mudar o que te incomoda (porque não pode no momento ou porque simplesmente dá muito trabalho mudar ou outra justificativa), então pare de reclamar!!! Porque aí, você só está repetindo um padrão inútil de comportamento que além de tudo é altamente irritante!
Se achar difícil, arranje uma pulserinha qualquer e conte os dias... eu ando tentando sem ela.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Coisas pra falar:

Orgulho;

Meu bulldoooooog!;

Reclamar e reclamar;

Família.

Mas ainda não escrevi nada... Escreverei.

Ah! Vão asfaltar a minha rua!!! Esse é o maior progresso dos últimos tempos...

terça-feira, 7 de abril de 2009

Olha pro lado. Mas olha bem!

A gente sempre acha que carrega a cruz mais pesada... que nossos problemas são os mais catastróficos. Principalmente quando estamos fechados em nossos mundinhos particulares; viciados em reclamar do dia a dia, da mesmice miserável, sem perceber que todo dia é diferente em coisas miúdas.

Não estou diminuindo a batalha de cada um... sempre acho bom ser gentil com os outros, justamente porque cada um tem uma batalha pra enfrentar todo dia. A gente esquece disso... como se o mundo fosse pano de fundo de uma história só, a nossa; e as outras pessoas fossem figurantes, que estão ali pra nos servir, irritar, agradar, pra nos afetar naquele momento e depois desaparecer. Só que esses figurantes também estão dentro de seus próprios filmes.

Eu tenho que confessar que julgo pessoas por uma leve olhada. Nem sempre levo em consideração tudo isso que disse antes, e acabo achando que ou a pessoa tem a vida perfeita que eu não tenho, ou que a pessoa é uma exagerada, pessimista, dramática, e que "Deus me livre ser assim".

Pois bem... tudo isso é porque eu julguei uma moça chamada Cristiana Guerra (blogueira, escritora, colunista, publicitária), que não conheço, a não ser por suas produções na internet. Primeiro julguei por ela ser tudo isso que ela é (blogueira, escritora, colunista, publicitária), porque acho o máximo uma pessoas ser várias coisas e se sair bem. Segundo a julguei por causa do blog que eu conhecia: "hoje vou assim", por causa das roupas, do estilo, dos sapatos... por tudo que eu queria ter (inveja? Nem tanto, mas quase que bem isso).
Maaaasss, eis que um dia, olhando os blogs que estavam nos outros blogs que leio normalmente, achei o tal "para Francisco" e, caracas, a moça não tem a vida perfeita que eu pensava... ela ainda é mãe de um pequenininho que perdeu o pai duas semanas antes de nascer!!!
Admiro! Só isso... muito. Queria conhecer a moça... mas acho que ela não ia me aguentar, porque eu ia ficar perguntando "como você faz? Me ensina?".

quarta-feira, 11 de março de 2009

Preguiça dos falsos mártires

A preguiça é minha... deles.

Preguiça de aguentar alguém que vem me falar que fez sacrifícios por minha causa e que no fim se deu mal. Pior é quando esse sacrifício não existiu!
Sabe aquela pessoa hiiiiiper prestativa, que antes de você pedir alguma coisa já fez umas 10? E que dessas 10 coisas, pelo menos 9 são desnecessárias.... pois é. Não alimente este animal.
Hoje eu tive que ouvir um discurso desses. Esses (falsos) mártires por opção se mostram pessoas tão amáveis e dispostas a ajudar de qualquer forma, que você não imagina o bichinho ruim que podem virar. É uma troca... eles te "ajudam" com tudo tudo tudo (que eles querem, e não necessariamente que você precisa), mas você tem que lhes dar amor e gratidão eternos e fazer vista grossa pros defeitos e mal feitos (sempre justificáveis por algum sofrimento incrível do passado).

Digo que são falsos porque os sacrifícios ou não são sacrificantes ou são voluntários.
Vê bem se Jesus foi lá e decidiu pegar a cruz de não sei quantos quilos pra fazer bonito e depois poder falar: "eu fiz isso por vocês, e agora, o que vocês me dão?". Não foi!
Vê se Tiradentes foi lá na sede do governo e falou: "então, sabe essa conspiração? É tudo ideia (novo acordo ortográfico) minha e só minha", esperando ganhar uma medalha. Não foi!

O meu mártir não carregou cruz, nem morreu por mim.
Colocou um tapete que não combinava com os móveis de sua casa e um quadro sem uso em um local usado por nós (eu + mártir), mas que hoje já não é mais dele... é meu e de uma outra pessoa. A confusão, ou minha ingratidão, foi eu ter pedido que retirasse quando possível o que fosse dele, para que colocássemos o que é nosso (meu + da outra pessoa). Sacrifício, hein?

Que esses não façam mais nada por mim.... é só o que preciso!
Aí sim, serei eternamente grata!