terça-feira, 20 de maio de 2008

Vamo quebrar tu-do? Vamo, vamo!

Tem hora que eu queria ter um diagnóstico.
Nas aulas de psicopatologia a professora alertava: "não se impressionem caso se identifiquem com o que vamos estudar, isso é comum", até porque é melhor ter um pouquinho de todos os distúrbios que ter muitão de um só... ?
Mas tem dia que eu queria ter um diagnóstico só meu... daqueles bem cabeludos, que são razão e desculpa de todas as ações, ou falta delas.
Lógico que levo a sério todas as psicopatologias, e respeito quem as carrega... mas nem eles podem negar que existe algum conforto em carregar um rótulo que de tira responsabilidades.
Eu acredito muito na função da doença também. Ela está lá por um motivo às vezes até maior que o biológico.
Mas enfim... eu queria liberdade pra surtar. Sair gritando, quebrando tudo, subindo nas coisas, e depois deitar e ficar bem quietinha.
Não aconteceu nada... antes que me perguntem, hehe.
É muito tédio, junto com um pouco de frustração e tpm... numa noite cumprida, de um dia bem mais ou menos.
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Hum... Será que já serve???



Pense num jeito bom de escovar os dentes:


sábado, 17 de maio de 2008

Ao corpo o que é do corpo!


Sabe... no banho eu tava pensando sobre o corpo. Depois da faculdade tive mais clareza de como o corpo só expõe o que está acontecendo por dentro. Mas estava pensando é em como que, com o passar do tempo, o corpo fica mais verdadeiro, mais honesto... e um tanto rabugento também.

Ele não te engana mais com aquela pele boa depois de uma noite mal-dormida. Ele te mostra claramente, aliás, na escuridão das olheiras, que você deveria ter descansado mais; que ele precisava disso.

Ele não te faz mais favores. Se você quis beber aquele tanto na noite passada, problema é seu, ele é que não vai funcionar hoje. Greve! Se não for tão grave, é ponto facultativo... trabalha quem quer.

Se não alongar, mão não chega no pé, pescoço dói, coluna dá nó... se não malhar, amolece... se não alimentar, pifa... se tentar enganar com comida fácil e gordurosa, mais greve... se não hidratar, repuxa, perde o brilho... e o pior de tudo: se você ignorá-lo, e seguir a vida como bem entende, ele não vai tentar chamar sua atenção a todo custo... vai sim, entrar no seu jogo, fingindo que está tudo bem, mas lá no fundo, vai trabalhar, bem quietinho, em sua vingança maligna!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

3 going on 30... at least!


Fazer 3 anos de namoro foi muito bom!

Teve telefonema porque lembrou;

Torta alemã de madrugada;

Vela de 3 com porpurina, em cima da torta;

E "parabéns pra nós dois" num ritmo muito engraçado!

Xuxu é um chuchu!



Nunca valeu tanto a pena arriscar uma amizade por causa de um beijo!

Um amigo muito querido virou o homem mais precioso que já conheci... que ouviu e passou por muita coisa que não precisava pra ficar comigo. Ele abriu mão de muita coisa que a maioria dos caras de 20 e poucos anos não abriria jamais.

Eu só espero que esteja compensando... ele diz que sim.

Amo demais! Quero fazer muito feliz!

E pra quem se incomoda com isso, superação; porque com provas como as que ele me dá... difícil não babar; impossível não o adorar!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Por Zeugma!

Olha o texto que meu pai me mandou:

Redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPEUniversidade Federal de Pernambuco (Recife), que venceu um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.

Redação:
Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos porleituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. Esem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.
O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois ládentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto.
Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar.
Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros.
Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.
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Por menos que eu acredite que isso foi mesmo feito pra um concurso, achei muito prosopopéico, apesar de ser um tanto ortográfico.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Me entrego...

O propósito dele é denunciar as merdas que andam fazendo. Coisas como furar fila, desrespeitar leis de trânsito, manipular informações na mídia, poluir, e outros tipos de merda que sempre vemos por aí. Inclusive ele tem um adesivo para marcar o território de quem faz merda.

Como simpatizei com a campaha, vou começar marcando este meu pequeno território, já que, afinal,





Superego, querido, volte pra mim!!!